quinta-feira, 3 de julho de 2008

Minh’alma


Minh’alma

A luz sapé,
Da chama de uma candeia,
Clareia-se...
Sobre o trono vulgar.
De uma vida que mal nasceu,
Que de ordinária fez.

Minha alma brada,
Escurecida com as vestes
Do outro tempo de lá... oculto.
Vivida, envenenada.

Perdida e findada...
Fez-me guaraçapé.
Dourado dos mares
Da maré...
Da vida!

Minha alma fubana,
Burlesca, bandoleira.
Mas é minha,
É mais que sagrada,
... É Divina!


(Autor: Wolney Tavares)

2 comentários:

Cilas disse...

hola querida amiga Nil linda Pagina sigue adelante muchos éxitos

Pablo Cilas

Cilas disse...

hola querida Nil,que linda Pagina felicitaciones sigue adelante muchos éxitos

Pablo Cilas