
Aclive!
Mulher, despojada como terra molhada.
Na história de tantas outras, gente.
Chão batente, por onde passas,
Por vezes chorando, por demais contente.
Olhar, nos teus olhos o brilho carente.
De passado, de um pequeno segredo
Enfeitado, descomedido... novamente
Nos teus lábios, beijados sem medo.
Como se fez, fará igualmente.
De sorrisos e dor, lágrimas de amor.
Soltos aos olhos, sobre a luz permanente,
Que teve na cumplicidade, certo pudor.
Se... quem na tua face pode ver,
Teu corpo nu, de desejos expeliu.
No repouso sereno do amanhecer
No fastígio do abraço apertado, compeliu.
Por demais assim... aguarda, na espera.
Por vezes chorando de contente
Nos teus lábios rubros e serenos,
Fará tudo de novo, igualmente!
Mulher, despojada como terra molhada.
Na história de tantas outras, gente.
Chão batente, por onde passas,
Por vezes chorando, por demais contente.
Olhar, nos teus olhos o brilho carente.
De passado, de um pequeno segredo
Enfeitado, descomedido... novamente
Nos teus lábios, beijados sem medo.
Como se fez, fará igualmente.
De sorrisos e dor, lágrimas de amor.
Soltos aos olhos, sobre a luz permanente,
Que teve na cumplicidade, certo pudor.
Se... quem na tua face pode ver,
Teu corpo nu, de desejos expeliu.
No repouso sereno do amanhecer
No fastígio do abraço apertado, compeliu.
Por demais assim... aguarda, na espera.
Por vezes chorando de contente
Nos teus lábios rubros e serenos,
Fará tudo de novo, igualmente!
(Autor: Wolney Tavares)
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