terça-feira, 21 de outubro de 2008
Words (Tradução)
domingo, 19 de outubro de 2008
O Profeta
O Profetasábado, 4 de outubro de 2008
Luz da minha vida...
Minhas Filhas queridas,
Minhas melhores Amigas,
Mais que tudo é a Luz da minha vida...
Seus sorrisos são perfeitos...
Perfeitos para todos aqueles
Que estão ao lado de vocês
Muito mais perfeito para mim.
Sorrisos que sempre iluminaram meus caminhos...
Vocês são meus Anjos de Asas Cintilantes...
A luz que ilumina todo meu Ser...
Vocês são obras primas que Deus me presenteou
Com suas próprias mãos Ele as criou
A cor de sua pele, seus lindos olhos, os seus cabelos,
Cada pedacinho de vocês Ele desenhou.
Cada detalhe num gesto de amor
Vocês são lindas demais,
Igual a vocês não existem jamais.
Anjos meus, preciso saber...
Que tristeza é essa que vejo em teus olhos,
O que é esse que tens em tuas asas?
Nunca me deixem sem seus sorrisos,
Vocês serão sempre minhas crianças
Que me trazem a esperança...
Preciso vê-las novamente,
Brincando,cantando, dançando e gargalhando...
Venham pra bem perto de mim,
Que lhes darei muitos motivos
Para se alegrarem...
Nunca quero vê-las sofrer,
Porque vocês são a razão do meu viver .
Amo muito vocês (Lê e Mandinha)
Nil Coelho
Adoro esta música..."Live To Tell"
Às vezes fica tão difícil de escondê-la direito
Eu não estava preparada para a queda
Cega demais para conseguir enxergar
O que estava escrito no muro
VERSO:
Um homem pode contar mil mentiras
Eu aprendi bem minha lição
E espero viver para contar o segredo que guardo
Até então ela estará queimando dentro de mim
Eu sei onde a beleza mora
Eu a vi uma vez, conheço o calor que ela dá
A luz que você nunca conseguiria enxergar
Brilha lá dentro, você não pode tirá-la de mim
VERSO
A verdade sempre acaba vindo a tona
Você manteve-a bem escondida
Se eu viver para contar o segredo que eu sabia, então
Será que terei essa chance novamente?
Se eu fugisse
Eu não teria força para ir muito longe
Como eles poderiam escutar as batidas do meu coração?
Será que vai esfriar, o segredo que eu escondo?
Será que vou envelhecer?
Como eles poderiam escutar?
Quando é que eles vão aprender?
Como eles vão saber?
Se eu viver para contar o segredo que eu sabia, então
Somos criançasQuando revivemos o passado,
Tornamos-nos crianças outra vez...
E somos ditosos, brincamos de felicidade!
Pois nesse momento incontido,
Teu sorriso de criança me cativa,
Teu corpo faz a minha vontade.
Tua alma transborda meu desejo,
Teus abraços, minha saudade!
Como todos os dias... te desejo.
E eles, serão cheios de virtudes,
Pois delas, tu farás da tua sorte!
A minha vida, nossa infância sem maldade.
Quando nos encontramos, todas às vezes,
Somos como crianças barafundas...
Que brincam de ser bem-aventuradas.
Tempo em que podemos ser amados
Na nossa infância de meninos
Como duas crianças inocentes, de verdade!

No sortilégio da noite, mata e beija.
Transborda em mágoas e chora
Chora de dor, chora de amor.
E mata-se por várias vezes
Mata saudade, mata bondade,
Desperta prazer e vaidade, sobejam-se.
Num ato que finge ser, de puro amor.
Que se pôde beijar em dor!
Pela noite adentro, traquejam.
Grandes arcanos felinos.
Roubam o que há de ingênuo fadário
Matam o que não devia morrer.
Pelas noites se vão, em pirilampos,
Praticando turbulentas maldades
Rasgando suaves e dignas bondades
Assim, pela noite ainda vai dar!
Nos mistérios que a noite revela,
Estampa, tiram na sorte quem vai,
Transformar inocência em maldade
Chora de dor, faz pensar que é amor.
Numa noite, sem precedentes,
Fizeram da sua candidez, nudez fatal.
Sem piedade, por pura maldade,
Roubaram e mataram seu amor
Segredos, da noite sem fim,
Por onde rondavam virtudes
Decepou-se para sempre
Num gesto de pura crueldade.
Mataram meu amor
Sem nenhuma piedade!
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
História de Goiatuba Contada em Forma de Poema
Minha princesinha cidade.
Bananeiras que já passou, ficando na saudade.
Cravada na verdade, há mais de um século,
No rincão brasileiro, sul precioso de Goiás.
Na rota dos aguerridos desbravadores.
Caminhos que rasgavam pelo nosso sul,
Rumo às Minas dos Guayáses.
Insurgida na rota dos bandeirantes,
Transformado entre outros, Estrada Real.
Surge do descanso, o Pouso das Bananeiras.
Lugarejo de São Sebastião do Pouso Alegre
Originário das ditas paragens de caminheiros.
Por onde também passavam tropeiros
O nome adotada, por pouco tempo ficou
Outros que aqui aportaram em busca da sorte
Em carros de bois, chegavam trazendo seus valores
Tomaram as margens do Córrego Bananeiras
Levantaram suas casas e casebres,
Em quase todas as direções dali.
Ergueram uma grande cruz de madeira,
Fizeram de primeira, uma missa ao santo rezar.
Uma gleba de terras, doaram ao milagroso padroeiro.
Chamaram-na de “ São Sebastião das Bananeiras”
Bananeiras de fartura, gados e lavouras.
Da minha terra consagrada, onde se plantou.
Que acolheu ricos e pobres, brancos e negro.
Aventureiros, desbravadores e camaradas.
D’outros estados vindos, pro villarejo morar.
Gente guerreira, gentílicos das bandas das gerais.
São Sebastião, de Manoel Vicente Rosa
Amigo e compadre de Candido Luiz de Castilho,
Semeadores de esperança, colhedores de abundância.
Villa de três ruas, assim por todas conhecidas,
Rua de cima, rua do meio e rua de baixo.
Foi o que se sabe há muito tempo atrás
Valorizado pelos moradores, o Engenho de Serra
A primeira luz elétrica já instalada no povoado
Por José Maria Filho comerciante notabilizado.
Muitos outros detalhes, se tivesse espaço pra contar.
Bastava o córrego atravessar, já se via na margem de lá.
Chácara da Dona Lina de Sousa, marca de mulher audaz
Gente do comércio, homens valentes pela natureza.
Tementes a Deus, outros nem tanto assim faziam.
Outros praticavam da valentia, seu modo de viver
Terras de posses, rincão de Santa Cruz de Goiás.
Donatários e agregados começavam suas fortunas fazer.
Assim Gabinatti apareceu, na minha Bananeira de antes.
Decidiu-se que já era hora de Morrinhos separar.
Ao Dr. Pedro Ludovico fez um ofício a elucidar
Pedidos assinados por lideranças que aqui moravam
Francisco Evaristo, homem do povo, sua amizade conquistou.
Nomeado pelo Interventor em novecentos e trinta e um.
Os destinos da Villa, foi o primeiro a governar.
João Rocha, de ferreiro a austero delegado trabalhador.
Sr. Zote, na construção de Goiânia foi participar.
Diplomado em medicina na Capital do Rio de Janeiro
Dr. Álvaro Xavier, sua profissão veio aqui praticar.
Comerciantes, os Garcia de Minas vieram pra morar.
Tonico Marques, Coronel Lúcio Prado e os Moraes.
Não podia esquecer de tantos diferentes,
Que de tão distante vieram pra obras fazer.
O italiano Tomazotte construiu seu hotel ítalo-brasileiro.
O alemão Fritiz que fez o segundo traçado da Villa
Ambos inimigos da Grande II Guerra Mundial
Que por ironia, em Bananeiras fizeram amizade.
Tornaram-se inseparáveis e confidentes companheiros
Tantos outros que ajudaram escrever nossa história.
Sobre o rio Meio Ponte Afonso Arantes mandou,
Uma ponte de aroeira e outras madeiras construírem
Contratou José Portilho um habilidoso carpinteiro
Em um ano, qualquer lado das margens já podia atravessar.
Bastava algumas moedas simbólicas, ao vigia entregar.
No vau de São Domingos ninguém precisava mais passar.
Povoados de Boa Vista e Bom Jesus começaram aparecer
Gente arrojada, Francisco Evaristo e o povo fez,
O primeiro grupo escolar começou a projetar.
Do prefeito Glicério Cunha,
A família de Dr. Laudelino homenagem recebeu
Serviu também de palco dos encontros cívicos culturais
Com muito orgulho de geração em geração se tornou.
Bananeiras, “ nossa gente dessa boa terra”, outro nome buscou.
Idéia do Gabinatti, de Gwa yá tuba, para Goiatuba ficou.
Etimologicamente se fez, “muita gente da mesma raça”
Rancado do peito de um andarilho, dito como louco.
Apaixonado poeta pelo que via, mandou um dia escrever,
Francisco de Brito no seu livro citou, pode ser Goiatuba
Terras dos Guayáses, “onde Goiás é grande” !
De qualquer sorte,
Pouso das Bananeiras, São Sebastião do Pouso Alegre,
São Sebastião das Bananeiras, Bananeiras ou Goiatuba,
Na história ficou governantes e governados,
Amantes e amados por aqui passaram,
Passando ou passará!
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Tenho convicção,
Que do mesmo jeito que nasci,
Morrerei...
E algum dia voltarei...
A vida é rápida, apesar de parecer lenta,
Saber que viemos para completar um ciclo...
Entender isso e ainda ter fé. É uma dádiva!
Somos almas em forma de matéria,
Por isso encaro a vida como transitória...
Como algo importante e por isso mesmo efêmera...
A minha fé é verdadeira
E nela que encontro coragem
O meu Deus não é uma miragem
Que só lembro na hora da dor.
O meu Deus é todo amor.
Com Ele aprendi a compreender o amor
Ser companheira, amiga presente e amar,
Mas, com a vida aprendi magoar.
O que aconteceu para o meu amadurecer?
Descobri que não posso viver a ceder
Que preciso aprender a viver.
Porque chegará o dia em que voarei
livremente em alguma direção
E não sei por que razão,
Mas, sei que serei feliz por ir.
Levarei apenas a certeza
Que minha vida valeu a pena...
Que muito construí, mas também destruí,
Que amei muito mais do que odiei.
Que pedi perdão várias vezes
E perdoei por mais que doesse
Que não levarei nenhum rancor
Que nesta vida ofereci mais amor do que dor.
Primavera
Amar-te-ei na primavera.
Tempo de flores... claras, rubras e puras.
De grandes amores, setembro no teu sorriso.
Amar-te-ei ainda mais!
Quando setembro vier, guardado em ti estarei.
Será primavera tua, primavera nua de tanto querer.
Mais bonita que uma flor a desabrochar.
Cada flor pequenina, minha menina.
A tua mocidade, o teu contemplar.
Numa assunção de flores, pétalas e cores.
Quando setembro vier... !
Depois do inverno, vidas concebidas,
Sussurros ocultos, ao surgir de todas as manhãs.
Renascidas, que me encantam e mal sei te dizer,
Sem exagero, o quanto mereço... te ter.
Setembro... minha menina, princípio de cada flor
Bailarina, ninfa do meu encantar
Claras, rubras e puras, tudo que eu preciso,
Pois a primavera vai chegar,
Quando setembro vier!
Amar-te-ei, amar-te-á.
Amaremos...
Assim que setembro vier...!
Nu
Marcas do tempo
Marcas do tempoEu sei o quanto vale
Um coração que pulsa,
Uma ampulheta que marca o tempo,
Uma paixão que não revoga.
Eu sei...
O quanto te gosto,
Até mesmo a falta que tu me trazes.
Tua palavra que mede os meus erros,
Teu jeito que cede as minhas qualidades.
Agora eu sei...
A falta que tu me fazes,
Das horas e dias que não passam,
Do momento que não chega pra eu te ver
Sei, que existem coisas inexplicáveis,
Pessoas incomparáveis, cenas inesquecíveis,
Dias inadiáveis, valores intransferíveis
E momentos inacreditáveis!
Se sei...
Até aprendi começar tudo de novo,
Dentro de mim, pra não te deixar assim.
Sem pensar em nós, tu pensares em mim.
Agora eu sei!
E fico procurando um jeito,
De arrumar qualidades pros nossos defeitos,
Se somos tão iguais.
Como poderia não saber,
Se já perdemos e nos encontramos por vezes
Nessa transitoriedade das horas
Que nos faz bem viver!
Como poderia não saber...!
Seu jeito de fingir
Minha amiga amada, às vezes passa,
Pela minha rua, só pra tentar me ver.
Finge que não passa, finge que não gosta,
E até pergunta se gosto dela!
Como não pudesse responder
Se gosto das duas,
Antes gosto da minha vida
Pra fazer gostar de você.
Finge, que não gosta, finge que não passa
Finge até que é feliz, como sabe fingir!
Diz que, comigo aprendeu amar,
Será que na verdade, finge gostar de mim.
Se for assim, finge tão bem mesmo,
Que chego, no seu fingimento acreditar.
Amada... Muitas vezes amiga
Fingir é melhor do que professar
Se seu sorriso é tão gostoso
Se seu jeito tinhoso me faz lembrar
Mesmo se finge gostar de mim,
Gosto do seu jeito de gostar.
Me pergunta se gosto de você,
Como não poderei gostar.
Finge que não gosta,
Mesmo se gosta de mim.
Seu sorriso tinhoso, seu jeito gostoso,
Às vezes finge não me conhecer
Finge tudo, só pra depois me ensinar!
Finge todos os dias, finge de verdade,
Finge sem maldade, finge pra me amar.

Quero ouvir do teu silêncio
O que ele tem pra me dizer!
Pois nele está contida a forma,
E todos os segredos do nosso amor
Quando num sopro de vida
Deus te fez dentro do meu íntimo,
Onde encontrei no teu jeito de ser
Sonhos de essências e realidade!
Numa busca constante...
Minha vontade de te fazer...
Mostrar estrelas, à luz do luar
Por mil razões nossas, todas farão brilhar
Assim te quero, força e magnitude.
E tu também, virás me buscar.
O que não se pode esquecer,
Que veio de ti, a luz pra me encantar!
Nosso amor é fruto do magnânimo
Tange címbalos sonoros e bandurras imaginárias
Numa mistura de céu, terra e mar,
O que há de mais bonito e esplêndido!
Quando o silêncio vale mais do que falar
A forma da vida, viver!
“Tu sabes me fazer melhor do que sou”
Pois no silêncio, mesmo que não se sabe,
Está contido todo o segredo,
Pra vida fazer viver!
Luzes do saber
Luzes do saberMandei ladrilhar
Com pedrinhas de limpidez
Meu coração inteiro
Só pra te ver,
Toda faceira
Nele pisar!
Mandei construir
Uma fonte com luz que jorra,
Cores rubras de amor,
Com todo meu calor
Pra no inverno te aconchegar!
No canteiro mais simples
Da nossa paixão!
Mandei plantar
Graciosos “pingos de ouro”
Pra todas as noites
As flores do teu jardim, abrolhar!
Do ladrilho à fonte que jorra...
Que, dos teus olhos podem ver,
Uma autêntica e graciosa mulher
Alfobre que te faz conceber
Vidas e luzes do saber!
Anjo!
“Olha-me bem e te verás.
Escuta-me e te ouvirás.
Toca-me e te sentirás”
Anjo !
Mesmo na sua ausência
Faz-me sentir forte
Amo-te tanto
Anjo !
Parece até que moramos
Um dentro do outro.
Anjo D’ amor
Anjo !
Que aguça meus desejos
Chamo-te e não vens
Por que te quero ?
Anjo !
Dos Anjos, que já me fez dormir.
Sempre me faz sonhar
Anjo do amém!
Anjo !
Não tem sexo,
pois habitamos um no outro.
Não tem cor,
pintamos cores infinitamente desejadas.
Não tem cheiro,
complementamos o cheiro da sublimação.
Amamos!
Wolney Tavares
Às vezes sou assim
Às vezes sou assimÁs vezes me dá vontade,
De sentir aquela saudade de ser...
Quando estás distante, mas vontade de que?
Se saudades são tantas, já não preciso ter.
Vontade de sentir, porque só de sentir?
Se tudo vira saudade indefinida
Entre o sentir e o meu viver.
Se tudo que, fizesse parte de mim,
Encontrasse outra metade em você.
Quem sabe eu seria sorriso puro
Num tom de lagrimas a manar
Se tudo que aconteceu comigo
Fosse experiência pra te dar
O mundo fosse algo... sem saber,
Quem sabe eu seria uma pitada de felicidade.
Uma razão inexplicável sem por quê!
Mas a vida não é para ser vivida?
Mesmo sentindo no batuque da saudade
Ou na mais linda valsa, que o coração,
Ás vezes pode na vontade, bater!
De sentir aquela saudade de você.
Ou o que há na vida, não é pra se viver?
Ás vezes me dá vontade...
Uma razão inexplicável que dá
Se tudo que fizesse parte de mim,
Estivesse bem dentro de ti!
Alma gêmea

Existem dois eu’s,
Aquele que te ampara e guia
Outro que te deseja a todo hora,
A todo o momento, todo dia!
Assim somos, dois em um.
Cuidadoso, exaltado para te proteger.
Outro que te espera todo dia,
De qualquer jeito, em todo lugar!
Mesmo assim, ainda somos dois amantes,
Um veio do passado, outro no presente!
Só não consigo distinguir
Qual deles te vale mais.
A mim, pouco importa,
Se não brigam nem te trocam,
Pois entre si, são quase iguais,
No zelo e no amor!
Se isso não te vem aborrecer
Pra que deixar um só te idolatrar
Na sua intimidade confidenciar
Se “os dois”, por inteiro podem ser.
Confesso, se fosse hoje,
Não teria como, um deles te dizer.
Como resguardar-te, só pro outro,
Sozinho te namorar!
Confesso, se fosse agora,
Não teria como, um deles te escolher.
Como amar-te, só pro outro,
Sozinho te proteger!
... Quer um conselho,
Não sei como te dizer!
Wolney Tavares


