segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Mulher dos teus poemas

Tu que desvendastes meus segredos,
No sorriso da noite,
Noite sem fim...
Despida dos medos do passado,
Sem levar coisa alguma,
Apenas saudade...
Fechei a porta da tristeza,
Pra ti desnudarei minh´alma,
Nas cores do entardecer,
Vou me entregar nos teus braços,
Num momento do mundo esquecer...
Nos meus sonhos de certeza,
Não quero mais as lágrimas da noite,
Quero apenas os versos do alvorecer...
Te encontrarei,
Chegarei num toque suave...
Para que me sintas,
Ouça a voz que te acalma,
E te enche de amor e bem querer...
Serei a mulher dos teus poemas.
domingo, 16 de novembro de 2008
Se ainda há tempo...
Se ainda há tempo... Ainda que o ontem fosse agora.
Ainda que o dia não tivesse,
Para os teus olhos amanhecido!
Ainda que não tivesses,
Na tua vida, a minha vida escolhida,
Ainda que fosse por vezes em sonhos!
Das minhas ilusões, a escolhida.
Linda mulher, mais amada e desejada.
Entre todos os seres da terra... eu pudesse ser !
O mais privilegiado dos homens,
Para ser dono do amor - dos teus amores,
O mais completo dos sonhos acontecidos!
Ainda que me faltasse tudo...
Faria por completar teus desejosos devaneios,
Teria por vezes, quantas fossem... nascido!
Mas tu sabes...
Bem mais do que eu mesmo, sei agora.
Ah! se tu não tivesses...
Não teria no teu tempo, me perdido.
Mesmo assim, brindaremos com vinhos e sonhos,
A nossa história, as nossas vidas!
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
Tu
Quando tu partiste, me deixasteTeu olhar
Triste aqui dentro de mim
Tu estás longe
Mas posso dizer
Que ainda vives aqui
Tu que sabes
Quanto eu te amei
Tu que sabes
Que chorei
Tu muito além longe daqui
Tu que existes para mim
Se algum dia
Outro amor eu conhecer
Quando a saudade dormir
Sei cada beijo que eu der há de ser
Em homenagem a ti
Tu que sabes o quanto te amei
Tu que sabes que chorei
Tu muito além longe daqui
Tu que existes para mim
Tu, que sabes que nunca poderei achar alguém igual a ti
E muito além, muito longe daqui, tu esperas por mim
Onde estiver, o que fizer, tudo vai dizer, que estás em mim
Amor, amor, amor...
E cedo ou tarde ao teu lado estarei
E esta dor esquecerei
Cada segundo que sou infeliz
Mais me aproximo de ti;
Tu que sabes quanto eu te amei
Tu que sabes que chorei
Tu muito além longe daqui
Tu,tu existes para mim...
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Words (Tradução)
domingo, 19 de outubro de 2008
O Profeta
O Profetasábado, 4 de outubro de 2008
Luz da minha vida...
Minhas Filhas queridas,
Minhas melhores Amigas,
Mais que tudo é a Luz da minha vida...
Seus sorrisos são perfeitos...
Perfeitos para todos aqueles
Que estão ao lado de vocês
Muito mais perfeito para mim.
Sorrisos que sempre iluminaram meus caminhos...
Vocês são meus Anjos de Asas Cintilantes...
A luz que ilumina todo meu Ser...
Vocês são obras primas que Deus me presenteou
Com suas próprias mãos Ele as criou
A cor de sua pele, seus lindos olhos, os seus cabelos,
Cada pedacinho de vocês Ele desenhou.
Cada detalhe num gesto de amor
Vocês são lindas demais,
Igual a vocês não existem jamais.
Anjos meus, preciso saber...
Que tristeza é essa que vejo em teus olhos,
O que é esse que tens em tuas asas?
Nunca me deixem sem seus sorrisos,
Vocês serão sempre minhas crianças
Que me trazem a esperança...
Preciso vê-las novamente,
Brincando,cantando, dançando e gargalhando...
Venham pra bem perto de mim,
Que lhes darei muitos motivos
Para se alegrarem...
Nunca quero vê-las sofrer,
Porque vocês são a razão do meu viver .
Amo muito vocês (Lê e Mandinha)
Nil Coelho
Adoro esta música..."Live To Tell"
Às vezes fica tão difícil de escondê-la direito
Eu não estava preparada para a queda
Cega demais para conseguir enxergar
O que estava escrito no muro
VERSO:
Um homem pode contar mil mentiras
Eu aprendi bem minha lição
E espero viver para contar o segredo que guardo
Até então ela estará queimando dentro de mim
Eu sei onde a beleza mora
Eu a vi uma vez, conheço o calor que ela dá
A luz que você nunca conseguiria enxergar
Brilha lá dentro, você não pode tirá-la de mim
VERSO
A verdade sempre acaba vindo a tona
Você manteve-a bem escondida
Se eu viver para contar o segredo que eu sabia, então
Será que terei essa chance novamente?
Se eu fugisse
Eu não teria força para ir muito longe
Como eles poderiam escutar as batidas do meu coração?
Será que vai esfriar, o segredo que eu escondo?
Será que vou envelhecer?
Como eles poderiam escutar?
Quando é que eles vão aprender?
Como eles vão saber?
Se eu viver para contar o segredo que eu sabia, então
Somos criançasQuando revivemos o passado,
Tornamos-nos crianças outra vez...
E somos ditosos, brincamos de felicidade!
Pois nesse momento incontido,
Teu sorriso de criança me cativa,
Teu corpo faz a minha vontade.
Tua alma transborda meu desejo,
Teus abraços, minha saudade!
Como todos os dias... te desejo.
E eles, serão cheios de virtudes,
Pois delas, tu farás da tua sorte!
A minha vida, nossa infância sem maldade.
Quando nos encontramos, todas às vezes,
Somos como crianças barafundas...
Que brincam de ser bem-aventuradas.
Tempo em que podemos ser amados
Na nossa infância de meninos
Como duas crianças inocentes, de verdade!

No sortilégio da noite, mata e beija.
Transborda em mágoas e chora
Chora de dor, chora de amor.
E mata-se por várias vezes
Mata saudade, mata bondade,
Desperta prazer e vaidade, sobejam-se.
Num ato que finge ser, de puro amor.
Que se pôde beijar em dor!
Pela noite adentro, traquejam.
Grandes arcanos felinos.
Roubam o que há de ingênuo fadário
Matam o que não devia morrer.
Pelas noites se vão, em pirilampos,
Praticando turbulentas maldades
Rasgando suaves e dignas bondades
Assim, pela noite ainda vai dar!
Nos mistérios que a noite revela,
Estampa, tiram na sorte quem vai,
Transformar inocência em maldade
Chora de dor, faz pensar que é amor.
Numa noite, sem precedentes,
Fizeram da sua candidez, nudez fatal.
Sem piedade, por pura maldade,
Roubaram e mataram seu amor
Segredos, da noite sem fim,
Por onde rondavam virtudes
Decepou-se para sempre
Num gesto de pura crueldade.
Mataram meu amor
Sem nenhuma piedade!
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
História de Goiatuba Contada em Forma de Poema
Minha princesinha cidade.
Bananeiras que já passou, ficando na saudade.
Cravada na verdade, há mais de um século,
No rincão brasileiro, sul precioso de Goiás.
Na rota dos aguerridos desbravadores.
Caminhos que rasgavam pelo nosso sul,
Rumo às Minas dos Guayáses.
Insurgida na rota dos bandeirantes,
Transformado entre outros, Estrada Real.
Surge do descanso, o Pouso das Bananeiras.
Lugarejo de São Sebastião do Pouso Alegre
Originário das ditas paragens de caminheiros.
Por onde também passavam tropeiros
O nome adotada, por pouco tempo ficou
Outros que aqui aportaram em busca da sorte
Em carros de bois, chegavam trazendo seus valores
Tomaram as margens do Córrego Bananeiras
Levantaram suas casas e casebres,
Em quase todas as direções dali.
Ergueram uma grande cruz de madeira,
Fizeram de primeira, uma missa ao santo rezar.
Uma gleba de terras, doaram ao milagroso padroeiro.
Chamaram-na de “ São Sebastião das Bananeiras”
Bananeiras de fartura, gados e lavouras.
Da minha terra consagrada, onde se plantou.
Que acolheu ricos e pobres, brancos e negro.
Aventureiros, desbravadores e camaradas.
D’outros estados vindos, pro villarejo morar.
Gente guerreira, gentílicos das bandas das gerais.
São Sebastião, de Manoel Vicente Rosa
Amigo e compadre de Candido Luiz de Castilho,
Semeadores de esperança, colhedores de abundância.
Villa de três ruas, assim por todas conhecidas,
Rua de cima, rua do meio e rua de baixo.
Foi o que se sabe há muito tempo atrás
Valorizado pelos moradores, o Engenho de Serra
A primeira luz elétrica já instalada no povoado
Por José Maria Filho comerciante notabilizado.
Muitos outros detalhes, se tivesse espaço pra contar.
Bastava o córrego atravessar, já se via na margem de lá.
Chácara da Dona Lina de Sousa, marca de mulher audaz
Gente do comércio, homens valentes pela natureza.
Tementes a Deus, outros nem tanto assim faziam.
Outros praticavam da valentia, seu modo de viver
Terras de posses, rincão de Santa Cruz de Goiás.
Donatários e agregados começavam suas fortunas fazer.
Assim Gabinatti apareceu, na minha Bananeira de antes.
Decidiu-se que já era hora de Morrinhos separar.
Ao Dr. Pedro Ludovico fez um ofício a elucidar
Pedidos assinados por lideranças que aqui moravam
Francisco Evaristo, homem do povo, sua amizade conquistou.
Nomeado pelo Interventor em novecentos e trinta e um.
Os destinos da Villa, foi o primeiro a governar.
João Rocha, de ferreiro a austero delegado trabalhador.
Sr. Zote, na construção de Goiânia foi participar.
Diplomado em medicina na Capital do Rio de Janeiro
Dr. Álvaro Xavier, sua profissão veio aqui praticar.
Comerciantes, os Garcia de Minas vieram pra morar.
Tonico Marques, Coronel Lúcio Prado e os Moraes.
Não podia esquecer de tantos diferentes,
Que de tão distante vieram pra obras fazer.
O italiano Tomazotte construiu seu hotel ítalo-brasileiro.
O alemão Fritiz que fez o segundo traçado da Villa
Ambos inimigos da Grande II Guerra Mundial
Que por ironia, em Bananeiras fizeram amizade.
Tornaram-se inseparáveis e confidentes companheiros
Tantos outros que ajudaram escrever nossa história.
Sobre o rio Meio Ponte Afonso Arantes mandou,
Uma ponte de aroeira e outras madeiras construírem
Contratou José Portilho um habilidoso carpinteiro
Em um ano, qualquer lado das margens já podia atravessar.
Bastava algumas moedas simbólicas, ao vigia entregar.
No vau de São Domingos ninguém precisava mais passar.
Povoados de Boa Vista e Bom Jesus começaram aparecer
Gente arrojada, Francisco Evaristo e o povo fez,
O primeiro grupo escolar começou a projetar.
Do prefeito Glicério Cunha,
A família de Dr. Laudelino homenagem recebeu
Serviu também de palco dos encontros cívicos culturais
Com muito orgulho de geração em geração se tornou.
Bananeiras, “ nossa gente dessa boa terra”, outro nome buscou.
Idéia do Gabinatti, de Gwa yá tuba, para Goiatuba ficou.
Etimologicamente se fez, “muita gente da mesma raça”
Rancado do peito de um andarilho, dito como louco.
Apaixonado poeta pelo que via, mandou um dia escrever,
Francisco de Brito no seu livro citou, pode ser Goiatuba
Terras dos Guayáses, “onde Goiás é grande” !
De qualquer sorte,
Pouso das Bananeiras, São Sebastião do Pouso Alegre,
São Sebastião das Bananeiras, Bananeiras ou Goiatuba,
Na história ficou governantes e governados,
Amantes e amados por aqui passaram,
Passando ou passará!
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Tenho convicção,
Que do mesmo jeito que nasci,
Morrerei...
E algum dia voltarei...
A vida é rápida, apesar de parecer lenta,
Saber que viemos para completar um ciclo...
Entender isso e ainda ter fé. É uma dádiva!
Somos almas em forma de matéria,
Por isso encaro a vida como transitória...
Como algo importante e por isso mesmo efêmera...
A minha fé é verdadeira
E nela que encontro coragem
O meu Deus não é uma miragem
Que só lembro na hora da dor.
O meu Deus é todo amor.
Com Ele aprendi a compreender o amor
Ser companheira, amiga presente e amar,
Mas, com a vida aprendi magoar.
O que aconteceu para o meu amadurecer?
Descobri que não posso viver a ceder
Que preciso aprender a viver.
Porque chegará o dia em que voarei
livremente em alguma direção
E não sei por que razão,
Mas, sei que serei feliz por ir.
Levarei apenas a certeza
Que minha vida valeu a pena...
Que muito construí, mas também destruí,
Que amei muito mais do que odiei.
Que pedi perdão várias vezes
E perdoei por mais que doesse
Que não levarei nenhum rancor
Que nesta vida ofereci mais amor do que dor.
Primavera
Amar-te-ei na primavera.
Tempo de flores... claras, rubras e puras.
De grandes amores, setembro no teu sorriso.
Amar-te-ei ainda mais!
Quando setembro vier, guardado em ti estarei.
Será primavera tua, primavera nua de tanto querer.
Mais bonita que uma flor a desabrochar.
Cada flor pequenina, minha menina.
A tua mocidade, o teu contemplar.
Numa assunção de flores, pétalas e cores.
Quando setembro vier... !
Depois do inverno, vidas concebidas,
Sussurros ocultos, ao surgir de todas as manhãs.
Renascidas, que me encantam e mal sei te dizer,
Sem exagero, o quanto mereço... te ter.
Setembro... minha menina, princípio de cada flor
Bailarina, ninfa do meu encantar
Claras, rubras e puras, tudo que eu preciso,
Pois a primavera vai chegar,
Quando setembro vier!
Amar-te-ei, amar-te-á.
Amaremos...
Assim que setembro vier...!
Nu
Marcas do tempo
Marcas do tempoEu sei o quanto vale
Um coração que pulsa,
Uma ampulheta que marca o tempo,
Uma paixão que não revoga.
Eu sei...
O quanto te gosto,
Até mesmo a falta que tu me trazes.
Tua palavra que mede os meus erros,
Teu jeito que cede as minhas qualidades.
Agora eu sei...
A falta que tu me fazes,
Das horas e dias que não passam,
Do momento que não chega pra eu te ver
Sei, que existem coisas inexplicáveis,
Pessoas incomparáveis, cenas inesquecíveis,
Dias inadiáveis, valores intransferíveis
E momentos inacreditáveis!
Se sei...
Até aprendi começar tudo de novo,
Dentro de mim, pra não te deixar assim.
Sem pensar em nós, tu pensares em mim.
Agora eu sei!
E fico procurando um jeito,
De arrumar qualidades pros nossos defeitos,
Se somos tão iguais.
Como poderia não saber,
Se já perdemos e nos encontramos por vezes
Nessa transitoriedade das horas
Que nos faz bem viver!
Como poderia não saber...!
Seu jeito de fingir
Minha amiga amada, às vezes passa,
Pela minha rua, só pra tentar me ver.
Finge que não passa, finge que não gosta,
E até pergunta se gosto dela!
Como não pudesse responder
Se gosto das duas,
Antes gosto da minha vida
Pra fazer gostar de você.
Finge, que não gosta, finge que não passa
Finge até que é feliz, como sabe fingir!
Diz que, comigo aprendeu amar,
Será que na verdade, finge gostar de mim.
Se for assim, finge tão bem mesmo,
Que chego, no seu fingimento acreditar.
Amada... Muitas vezes amiga
Fingir é melhor do que professar
Se seu sorriso é tão gostoso
Se seu jeito tinhoso me faz lembrar
Mesmo se finge gostar de mim,
Gosto do seu jeito de gostar.
Me pergunta se gosto de você,
Como não poderei gostar.
Finge que não gosta,
Mesmo se gosta de mim.
Seu sorriso tinhoso, seu jeito gostoso,
Às vezes finge não me conhecer
Finge tudo, só pra depois me ensinar!
Finge todos os dias, finge de verdade,
Finge sem maldade, finge pra me amar.

Quero ouvir do teu silêncio
O que ele tem pra me dizer!
Pois nele está contida a forma,
E todos os segredos do nosso amor
Quando num sopro de vida
Deus te fez dentro do meu íntimo,
Onde encontrei no teu jeito de ser
Sonhos de essências e realidade!
Numa busca constante...
Minha vontade de te fazer...
Mostrar estrelas, à luz do luar
Por mil razões nossas, todas farão brilhar
Assim te quero, força e magnitude.
E tu também, virás me buscar.
O que não se pode esquecer,
Que veio de ti, a luz pra me encantar!
Nosso amor é fruto do magnânimo
Tange címbalos sonoros e bandurras imaginárias
Numa mistura de céu, terra e mar,
O que há de mais bonito e esplêndido!
Quando o silêncio vale mais do que falar
A forma da vida, viver!
“Tu sabes me fazer melhor do que sou”
Pois no silêncio, mesmo que não se sabe,
Está contido todo o segredo,
Pra vida fazer viver!
Luzes do saber
Luzes do saberMandei ladrilhar
Com pedrinhas de limpidez
Meu coração inteiro
Só pra te ver,
Toda faceira
Nele pisar!
Mandei construir
Uma fonte com luz que jorra,
Cores rubras de amor,
Com todo meu calor
Pra no inverno te aconchegar!
No canteiro mais simples
Da nossa paixão!
Mandei plantar
Graciosos “pingos de ouro”
Pra todas as noites
As flores do teu jardim, abrolhar!
Do ladrilho à fonte que jorra...
Que, dos teus olhos podem ver,
Uma autêntica e graciosa mulher
Alfobre que te faz conceber
Vidas e luzes do saber!
Anjo!
“Olha-me bem e te verás.
Escuta-me e te ouvirás.
Toca-me e te sentirás”
Anjo !
Mesmo na sua ausência
Faz-me sentir forte
Amo-te tanto
Anjo !
Parece até que moramos
Um dentro do outro.
Anjo D’ amor
Anjo !
Que aguça meus desejos
Chamo-te e não vens
Por que te quero ?
Anjo !
Dos Anjos, que já me fez dormir.
Sempre me faz sonhar
Anjo do amém!
Anjo !
Não tem sexo,
pois habitamos um no outro.
Não tem cor,
pintamos cores infinitamente desejadas.
Não tem cheiro,
complementamos o cheiro da sublimação.
Amamos!
Wolney Tavares
Às vezes sou assim
Às vezes sou assimÁs vezes me dá vontade,
De sentir aquela saudade de ser...
Quando estás distante, mas vontade de que?
Se saudades são tantas, já não preciso ter.
Vontade de sentir, porque só de sentir?
Se tudo vira saudade indefinida
Entre o sentir e o meu viver.
Se tudo que, fizesse parte de mim,
Encontrasse outra metade em você.
Quem sabe eu seria sorriso puro
Num tom de lagrimas a manar
Se tudo que aconteceu comigo
Fosse experiência pra te dar
O mundo fosse algo... sem saber,
Quem sabe eu seria uma pitada de felicidade.
Uma razão inexplicável sem por quê!
Mas a vida não é para ser vivida?
Mesmo sentindo no batuque da saudade
Ou na mais linda valsa, que o coração,
Ás vezes pode na vontade, bater!
De sentir aquela saudade de você.
Ou o que há na vida, não é pra se viver?
Ás vezes me dá vontade...
Uma razão inexplicável que dá
Se tudo que fizesse parte de mim,
Estivesse bem dentro de ti!
Alma gêmea

Existem dois eu’s,
Aquele que te ampara e guia
Outro que te deseja a todo hora,
A todo o momento, todo dia!
Assim somos, dois em um.
Cuidadoso, exaltado para te proteger.
Outro que te espera todo dia,
De qualquer jeito, em todo lugar!
Mesmo assim, ainda somos dois amantes,
Um veio do passado, outro no presente!
Só não consigo distinguir
Qual deles te vale mais.
A mim, pouco importa,
Se não brigam nem te trocam,
Pois entre si, são quase iguais,
No zelo e no amor!
Se isso não te vem aborrecer
Pra que deixar um só te idolatrar
Na sua intimidade confidenciar
Se “os dois”, por inteiro podem ser.
Confesso, se fosse hoje,
Não teria como, um deles te dizer.
Como resguardar-te, só pro outro,
Sozinho te namorar!
Confesso, se fosse agora,
Não teria como, um deles te escolher.
Como amar-te, só pro outro,
Sozinho te proteger!
... Quer um conselho,
Não sei como te dizer!
Wolney Tavares
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Sem você...
Sem vocêSou barco a vagar
Sem rumo ou norte
Vagando no mar
Eu sem você
Sou noite sem luar
Um campo sem flor
Sou só desamor
Eu sem você
Sou alma a penar
Tristeza que vem
Meu Ser dominar
Eu sem você
Sou chama sem luz
Não tenho porquê
Sonhar ou viver
Eu sem você
Me sinto tão só
A olhar para o além
Sem você,não sou ninguém.
Eternidade
Nas surdas asas do vento...
Gritarei meus lamentos,
Que não deixei de querer – ti,
Preciso contar o quanto sofri.
Quando a morte impiedosa...
Arrancou - ti dos meus braços,
Abriu em meu peito uma ferida,
Transformou em tédio minha vida.
Mal posso esperar...
Os passos da morte de novo sentir.
E no meu último suspiro, vai comigo a esperança,
De rever-te outra vez.
No momento de reencontrar - ti
Cuvar-me-ei aos teus pés
Apenas para pedir
Que não me deixe mais sem ti...
Necessito da certeza de não ter te perdido,
Pra calar meu pranto tão sofrido.
Tocar seu rosto terno,
Com a felicidade que se fará eterna.
Nil Coelho
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Ânsia...

Beija o meu Ser confuso de amargura,
Com teu óleo de paz e de doçura
Unge-me esta ânsia que não se acalma.
Quantas vezes a onda da loucura
Lançou-me aos pecados de sua alma
Que em mim não há censura, enfim
A mente nega, mas a alma almeja
Viver contigo essa paixão sem fim.
Põe então carinhosamente
A tua mão na minha fronte,
Acende, este corpo que te deseja
Dia após dia, em sua estrada
Como um sol iluminando sua solidão.
Acredito em anjos

E meu destino faz isto ter valor
Posso ver algo bom em tudo
Ainda acredito na sinceridade das pessoas
Na amizade incondicional
Mas não me diga que estou errada
Deixe-me acreditar que ninguém ama outra pessoa
Apenas pelas qualidades que ela tem,
Que o amor não é chegado a fazer contas,
E não obedece à razão.
O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo,
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério,
Pela paz que o outro lhe dá,
Ou pelo tormento que provoca.
Pela maneira de olhar,
Pela fragilidade que se revela quando menos se espera
Amar não requer conhecimento prévio
Quem dera o amor não fosse um sentimento,
Mas uma equação matemática
Eu linda + você inteligente = dois apaixonados
Ainda preciso acreditar que existem pessoas
Ausência...
Deito, mas não consigo dormir
Estou na fronteira do sono e dos pensamentos,
Ambos se misturam
E não sei,se estou acordada ou a sonhar.
Lembro-me de ti,
Sinto o teu cheiro, a tua presença,
Não sei se é sonho se pensamento,
Mas sinto até teu coração bater,
Eu sinto a tua mão entre o meu peito,
Às vezes queria que tivesses aqui
Para poder adormecer ao seu lado
Mas você não está
E quando acordar sei que vou chorar
Porque sua ausência não consigo suportar.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Juntos Novamente...
Juntos Novamente... Engano...
Engano...Num desejo antes dormente
Verdades...
Verdades...Entre Linhas...
Não tente entender...

Sou e não sou ao mesmo tempo,
Vagueia em mim uma tempestade incessante...
É no silêncio que encontro às respostas,
Estou certa de que algum vento,
O que se faço quando estou sozinha?
Na imensidão cresce um vazio.
Nil Coelho
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Quantas vezes...

E me ensina tantas coisas
Pouco a pouco...
NÃO...
NÃO...Não consigo viver dominada por ninguém!
Quero viver meus próprios sentimentos!
Não quero uma vida de lamentos!
Minha liberdade é o meu maior bem!
Se eu deixar de ser eu mesma, serei quem?
Quantas máscaras usarei para tantos momentos?
Devo rir, pra ocultar meus sofrimentos?
Ou mentir pra mostrar que sou alguém?
Vou ficar em paz com minha consciência!
Jamais vou perder minha verdade!
Não vou passar pela minha existência!
E deixar que me roubem a sanidade!
Porque os passos que dou com liberdade,
São guiados não só pelas regras da razão,
Mas também pelo apelo do coração.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Em ti
Em tiSe tenho em ti a brandura,
Razão da minha vida, pra viver.
Então, não me abandonas,
Não saberia me encontrar!
Do cingido que tange,
Teu corpo que mima todo meu.
Queima-me em labaredas
Me consome de uma só vez!
Então por que razão
Desconheço seus encantos,
Que envolvem os meus...
Deságuam-se tantos quantos!
Se me procuro ao te dar
Se comumente sou teu brado!
E assim perdura meu ser
Cosme... abarbarado... interminável!
Pasmado e gracioso...
Teimoso de dar dó
Ferido a ferro...
Infinito, delgado!
Somos nós,
Em segredos, absolutos.
Queimando em labaredas...
Teimosos de dar dó!
Quando te levas de mim!

Por onde andas não sei
Só deixaste saudades sem explicar
Ou se queres assim me deixar.
Podias como sempre fez, me falar!
Se no teu caminho encontrares
Em teus sonhos, sonhares.
A saudade que te faça lembrar
Sou eu quem procura por ti.
Não sei... Fiz-me perder no espaço
No compasso que a vida dá
Por não saber como fazer
Ou quase sempre como faço!
Procuro por minhas razões
Outro pretexto pra me convencer
Quero rançar da minha alma
Esse jeito louco de te querer
Pois já que, assim não posso entender.
Ainda procuro por fim,
Se devo esquecer de todo ardor
Se fores tu que, procura esquecer de mim.
Mata-me antes que eu te esqueça,
Já que assim se fez, e não posso entender.
As razões por onde andas não sei
Sem ao menos me falar !
Não tenho porque me desculpar
Esse jeito louco de te gostar
Por não saber como fazer
Fiz-me perder
Por onde andas não sei
Que eu morra antes, possa te esquecer.
Não sei... Como faço?
Quando te levas de mim!
Grito final
Grito finalA vida parece um show!
Abrem-se as cortinas para o espetáculo
Tão somente conhecemos um clarão que reluz.
Quando nos é dado o momento de nascer
O espetáculo da vida... vai começar
Tudo agora dependerá da nossa imaginação
Aplausos, vaias, sorrisos e lágrimas.
É a vida... despida, pintada, enfeitada.
Corpo e alma dançam desvairadamente
Segue-se o ritmo frenético do bailado.
“Quem vai ficar, quem vai partir”... vai.
Concebemos, dançamos, choramos e sorrimos
É a vida...
Antes que as cortinas possam fechar
Quantos vieram pra fazer o melhor
Quantos melhores, do show nem puderam participar.
No espetáculo da vida... a vida vai!
Num repente, que não se repete, tudo vai findar,
A última nota musical
O show já terminou...
Quantas vezes nem se percebe
O grito final, a vida...
Findou!
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Linda!
Linda!Ah! Minha linda...
Existe em mim, dois seres,
Um que perdoa e outro que padece.
Em certos momentos,
Fico confuso, não sei bem,
Com qual deles devo-me justar.
Diante de tanta dedicação,
Ainda por vezes falho em tê-los,
Não sou tão perfeito como você merece.
Às vezes... Perdôo e padeço,
Outras vezes... Padeço em perdoar.
Um misto, alma sagrada e gente que chora!
Ainda que eu cale...
Peco em imaginar o que não sei,
Julgo perdoar o que não vi... Não sei!
Diante de tanto zelo,
Ainda que eu me debruce em silêncio...
Percebo que posso ainda mais te magoar!
Por vezes...
Procuro me encontrar!
Como posso te entender
Como posso te entenderSó preciso entender
Esse teu jeito gostoso de ser
Tua maneira de amar!
Mesmo que não venha acontecer
Não vou deixar de te querer
Nem mesmo, consigo imaginar.
Como pude tanto
Um dia fazer, tu me procurares.
Agora só quero saber
Se de tanto amor, assim foi...
Capaz de me desprezar
Não poder esperar!
Só quero saber, pra eu entender,
Como vou ficar na tua maneira de amar.
Como posso entender.
A dor mais doída
Saudade mais querida
Que me faz... te querer !
Nesse teu jeito gostoso
Só preciso entender...
Teu modo de amar!
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Saudades

Saudades! Sim.. talvez... e por que não?
Se o nosso sonho foi tão alto e forte
que bem pensava vê-lo até à morte
deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?... Ah! como é vão!
Que tudo isso, Amor, nos não importe.
Se ele deixou beleza que conforte
Deve-nos ser sagrado como o pão!
Quantas vêzes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente me lembrar.
Mais doidamente me lembrar de ti!
E quem dera que fôsse sempre assim:
quando menos quisesse recordar,
mais a saudade andasse presa a mim!
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Amigo...
É bom ser meio loucaquarta-feira, 23 de julho de 2008
Tô sem chão...
Tô sem chão...Não sei onde pisar,
Não sei pra onde ir
Perdi a direção...
Caminho a esmo...
Não quero pensar...
Não, eu realmente não quero pensar agora
As peças não se encaixam.
Procuro uma resposta dentro de mim...
Mas ainda não tenho a pergunta
O que quero saber?
Ou melhor o que não quero saber?
Não quero nem imaginar o que passou na sua cabeça...
Se eu imaginar vou ficar maluca...
Ou pelo menos mais perdida do que estou agora...
Então o que tenho que fazer é tentar não pensar...
Estou perdida no meio de tudo...








