
Minh’alma
A luz sapé,
Da chama de uma candeia,
Clareia-se...
Sobre o trono vulgar.
De uma vida que mal nasceu,
Que de ordinária fez.
Minha alma brada,
Escurecida com as vestes
Do outro tempo de lá... oculto.
Vivida, envenenada.
Perdida e findada...
Fez-me guaraçapé.
Dourado dos mares
Da maré...
Da vida!
Minha alma fubana,
Burlesca, bandoleira.
Mas é minha,
É mais que sagrada,
... É Divina!
A luz sapé,
Da chama de uma candeia,
Clareia-se...
Sobre o trono vulgar.
De uma vida que mal nasceu,
Que de ordinária fez.
Minha alma brada,
Escurecida com as vestes
Do outro tempo de lá... oculto.
Vivida, envenenada.
Perdida e findada...
Fez-me guaraçapé.
Dourado dos mares
Da maré...
Da vida!
Minha alma fubana,
Burlesca, bandoleira.
Mas é minha,
É mais que sagrada,
... É Divina!
(Autor: Wolney Tavares)
2 comentários:
hola querida amiga Nil linda Pagina sigue adelante muchos éxitos
Pablo Cilas
hola querida Nil,que linda Pagina felicitaciones sigue adelante muchos éxitos
Pablo Cilas
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