quinta-feira, 3 de julho de 2008

Digna-te


Digna-te

Digna-te, do que tens.

Amor sublime e eterno
Digna-te de mim,
Amor altivo e interminável!
Alma sagrada, coração atenuante.
Digna-te pelo exaltado afeto
Que sonda meu ego
Alimenta meu ser
Enobrece toda nossa existência.

Da astúcia do teu amor
Digna-te, minha amada.
Tanto que te amo e desconheço
Faço-me por entender
O enigma que em teu beijo expele
No teu seio que jorra
O ardor que me enlouquece
Digna-te no último beijo da noite
Que me cega de amor!

Degna-te do que tenho pra te dar...
Assim me faz adormecer de sumo encanto Digna-te de mim, minha amada
Para depois eu morrer!



(Autor: Wolney Tavares)

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