domingo, 29 de junho de 2008

Viva...


Com ou sem licença poética?

Entendo que o meu entender te confunde mas faça o favor:
Entenda.

Pequena, sofrida, na tenda.
E que alma de atriz-vegetal não se esconde atrás de amores...
Verde-limão, lilás-azulado, apenas rumores.

Brinca com o vício que te incomoda,
Jogue pedra, perca o jogo, crie moda.
Fique aberto ao universo de informações
Desligue o celular, fique autista, cante canções.

Eu que já não tenho saco.
Saco eu que já não tenho.

Implico com a vida,
Até achar a chave do desconexo...
E nesse meio submerso, tiro onda, faço verso.

Deleite-se com o viver.
Sem se preocupar em ser.


[Desconheço autor]


Vida
É o amor existencial.
Razão
É o amor que pondera.
Estudo
É o amor que analisa.
Ciência
É o amor que investiga.
Filosofia
É o amor que pensa.
Religião
É o amor que busca a Deus.
Verdade
É o amor que eterniza.
Ideal
É o amor que se eleva.

É o amor que transcende.
Esperança
É o amor que sonha.
Caridade
É o amor que auxilia.
Fraternidade
É o amor que se expande.
Sacrifício
É o amor que se esforça.
Renúncia
É o amor que depura.
Simpatia
É o amor que sorri.
Trabalho
É o amor que constrói.
Indiferença
É o amor que se esconde.
Desespero
É o amor que se desgoverna.
Paixão
É o amor que se desequilibra.
Ciúme
É o amor que se desvaira.
Orgulho
É o amor que enlouquece.
Sensualismo
É o amor que se envenena.

Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.

Francisco Cândido Xavier

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